quarta-feira, 17 de agosto de 2011

Educação é oportunidade

Temos o orgulho de ser um dos poucos partidos políticos brasileiros que tem a Educação como seu diferencial de mobilização e, principalmente, de atuação política.
Todos que se aproximam do PDT guardam na memória a atuação de Leonel Brizola e de Darcy Ribeiro a favor da Educação com a criação dos Cieps, com escola integral pela primeira vez no Brasil.
Temos também o senador pelo Distrito Federal, Cristovam Buarque, que se notabilizou, quando governou o Distrito Federal, por estabelecer a Bolsa Escola e a Poupança Escola.
Ou seja, de todos os lados que avaliamos o PDT encontramos a Educação pulsando no partido, mobilizando seus diretórios, incentivando seus dirigentes a educar para gerar oportunidades.
Os cidadãos brasileiros, independente do status social, sabem da importância de se investir na Educação. Quando sobra o primeiro dinheirinho, as famílias trabalhadoras correm para melhorar a qualidade da escola dos filhos, gastam na compra de livros, computadores e aulas de inglês.
Não é mania consumista. Nada disso. É a consciência de que ao colocar os filhos e filhas em melhores escolas que estamos melhorando as oportunidades que eles e elas terão no futuro.
Infelizmente, o Estado brasileiro ainda não vê a Educação como essencial para gerar e garantir novas oportunidades. Ainda somos vítimas da destruição que a ditadura militar fez com nossas escolas.
As escolas estaduais e municipais, que agregavam excelência acadêmica, com professores que ainda hoje são lembrados pela autoridade e dedicação que ensinavam, foram sucateadas.
Além dos prédios que foram reduzidos a frangalhos, com salas de aulas impróprias para o ensino, sem bibliotecas, livros e apoio do município, do Estado e do Governo Federal, os salários dos professores foram vergonhosamente achatados.
Hoje, ser professor é ser humilhado em nome de uma vocação. Por isso, o PDT insiste sempre na proposta de resgatar a Educação brasileira como parte essencial das novas oportunidades para nossos jovens.
Vamos insistir nesta tecla porque nossas grandes lideranças partidárias, como Brizola e Darcy Ribeiro, nos deixaram uma imensa herança social e política. Educação é cidadania, é inclusão social, é a geração de oportunidades. Por isso, apoiamos os professores brasileiros na sua luta pelo piso salarial da categoria. É uma vergonha que nossos mestres ainda tenham que gastar energia para travar uma luta por um piso salarial que além de legítimo se trata de um investimento do Estado, em todas as suas instâncias, na geração de oportunidades para seus jovens.
Adonis Bernardes, presidente do PDT de Santo André

sexta-feira, 12 de agosto de 2011

Temporada de civismo partidário

Um ano antes de cada eleição quem tem interesse em se candidatar deve estar formalmente filiado aos seus respectivos partidos políticos. Ou seja, se você tem vontade de se candidatar a vereador ou prefeito nas próximas eleições municipais tem até o final do mês de setembro para se filiar ao PDT, de acordo com a legislação eleitoral.
Como todos sabem uma eleição vai muito além da vontade de um cidadão se tornar candidato. É obrigatória a filiação a um partido político e, depois que estiver filiado, precisa convencer seus pares para receber a legenda partidária, ou seja, a autorização da convenção da agremiação para poder se candidatar.
Esses requisitos transformam toda e qualquer eleição numa decisão do conjunto organizado da sociedade, ou seja, os partidos políticos, que têm regras internas próprias para aceitar, motivar e se integrar às campanhas de seus candidatos.
O principal critério que o PDT adota para a escolha de seus futuros candidatos é se tratar de um candidato ou uma candidata ficha limpa. Além disso, queremos lideranças vinculadas com suas comunidades de maneira continuada e ao longo dos anos. Pois, ao elegermos um vereador ou prefeito com vinculação cidadã com o bairro e a cidade onde mora, ficará mais fácil cobrar eficiência do mandato.
Infelizmente, temos tido experiências desagradáveis ao longo dos anos e das eleições. A partir desta época do ano começam a pipocar candidatos. E muitos se apresentam como os salvadores da pátria.
E, infelizmente, não é bem assim. Basta uma pesquisa mais aprofundada e você descobrirá que tem candidato em busca de um emprego para ele e para seus apaniguados, em vez de se entregar de corpo e alma à coisa pública.
Para fazer frente aos oportunistas, no PDT estamos sempre de portas abertas para as lideranças populares. Gente que já provou seu valor e tem como fiadores suas entidades associativas ou de classe.
E sendo ou não candidato nas próximas eleições nos interessa, sempre, o ingresso dos cidadãos e cidadãs às fileiras do PDT. Porque, para nós partido se faz com muito debate, muita integração e respeito aos pontos de vista de cada um dos seus membros. É a maneira de ampliarmos nossa presença junto à comunidade e melhorar nossa vinculação com os bairros e vilas da nossa cidade.
Portanto, se você quer ser candidato ou candidata venha para o PDT bater um papo com a gente. Se quer ter voz ativa nas eleições do ano que vem, se filie e participe das reuniões do PDT. Porque vai depender de nós quem a gente aprova nas convenções. E só quem estiver com a legenda do PDT poderá se tornar, de fato, um candidato.
Adonis Bernardes, presidente do PDT de Santo André

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

Paulinho, presidente do PDT, é a força de mudança da política brasileira

por Adonis Bernardes, presidente do PDT de Santo André
Tradicionalmente, no Brasil, os sindicatos de trabalhadores eram correias de transmissão dos partidos políticos. Uma tradição que ganhou força após 1930, com a criação em escala dos sindicatos, federações e confederações dos trabalhadores, pelo governo de Getúlio Vargas.
Os sindicatos eram obrigados a agir de acordo com as decisões unilaterais adotadas pelas cúpulas partidárias e muitas vezes eram massas de manobra de acordo com os interesses partidários imediatistas.
Aqui em Santo André e no Grande ABC desenvolvemos uma reação quase que alérgica a estas manipulações dos partidos. Não foi à toa que o PT surgiu aqui. Não é à toa que o PDT ganha cada vez mais destaque em Santo André e na região.
Porque desenvolvemos parâmetros próprios para avaliar nossa mobilização social e independência política.
E conseguimos criar lideranças com o perfil de um Lula, de um Cícero Martinha e de um Paulinho, da Força, que foi apontado por uma pesquisa Vox Populi como o líder sindical mais importante do país.
Paulinho da Força é também presidente estadual do PDT. E juntos, Paulinho, Cícero Martinha e as demais lideranças trabalhistas daqui da região e do Estado, comemoramos o resultado da pesquisa que já era amplamente conhecido por cada um de nós que ajuda a consolidar o PDT.
Segundo o Vox Populi, Paulo Pereira da Silva, o Paulinho da Força, é o líder sindical mais importante e conhecido do País. Perguntados se conheciam algum líder sindical, 48% dos entrevistados lembraram do nome do presidente da Força Sindical. O segundo nome lembrado foi o do ex-presidente Lula, com 12%.
A pesquisa também mostrou que Paulinho é considerado o líder sindical mais importante do país por 27% dos entrevistados. Em agosto de 2009, a pesquisa espontânea mostrou que 31% das pessoas lembravam o nome dele. Em comparação com esse resultado, a lembrança do nome do sindicalista em 2011 está 55% maior.
O resultado não é gratuito. Reflete a independência de Paulinho. Comprova sua liderança num colegiado de líderes igualmente fortes, que mobilizam suas bases, que sabem que as frentes de luta a favor da classe trabalhadora passam pelo parlamento e pelas negociações salariais.
Passam também pelas mobilizações de massa, seja no Primeiro de Maio, ou na concentração que realizaremos na Praça Charles Miller, a partir das 10 horas da manhã, no próximo dia 3 de agosto, a favor das 40 horas semanais, sem redução dos salários, pela terceirização sem precarização e contra o Fator Previdenciário, numa agenda unitária da classe trabalhadora.
Paulinho da Força e do PDT não está só. Um exército de lideranças ativas e conscientes o segue. Por isso, que dentro do PDT respiramos outros ares. Aqui, construímos a democracia interna de baixo para cima, sem as tradicionais manipulações que infelizmente caracterizavam, no passado, as relações entre partidos políticos e sindicatos no Brasil.

terça-feira, 26 de julho de 2011

Racismo contagia tecido social brasileiro


Ser negro gera dificuldades de empregabilidade, no salário ou na profissão para 71% dos 15 mil domicílios entrevistados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em 2008. O IBGE realizou a pesquisa em cinco Estados brasileiros (Amazonas, Paraíba, São Paulo, Rio Grande do Sul e Mato Grosso), além do Distrito Federal.
Cada entrevistado, segundo texto publicado no jornal “Valor Econômico”, podia apontar três alternativas para questões sobre trabalho, relação com a Justiça e polícia, convívio social, escola, repartições públicas, atendimento à saúde e matrimônio.
Depois de trabalho, as relações sociais mais citadas foram Justiça/polícia, escolhida por 68,3% dos pesquisados pelo IBGE, e convívio social, item mencionado por 65% das pessoas ouvidas.
Ou seja, o racismo está em todas as relações sociais e econômicas dos brasileiros. Afeta diretamente os negros e negras, mulatos e pardos. Que ainda têm que enfrentar os preconceitos acumulados por serem, muitas vezes, também de baixa renda e serem excluídos social e economicamente.
Ser negro é ser condenado a viver em guetos, a ser vigiado pelos seguranças dos shoppings, a ser excluído de promoções ou a aumentos salariais. Sem que se torne claro as razões alegadas, mas todas elas associadas à cor da pele.
É um racismo velado e vergonhoso. Que contagia todo o tecido social brasileiro. E deixa de fora da geração de valores sociais e econômicos grandes talentos humanos que só podem se manifestar no futebol e na música. Por termos aprendido a criar, por conta própria, nossos próprios ambientes de manifestação de nossas habilidades esportivas e culturais.
O preconceito racial no Brasil, que o IBGE registra oficialmente, marca definitivamente nossa Nação e condena, aos olhos do resto do mundo, nossa elite que se posa de raça nórdica. Basta acompanharmos os comerciais e os programas de televisão que veremos confirmada a pesquisa do IBGE. Negro geralmente está em posição social e econômica inferior ao ator da raça branca, com quem contracena.
O que fazer?
Primeiro transformar a pesquisa do IBGE num documento oficial de reconhecimento do racismo velado no Brasil. De agora em diante, os governos (federal, estaduais e municipais) não podem mais alegar que o racismo não existe.
Segundo, pressionar através dos partidos políticos, organizações populares como sindicatos e associações de moradores, para se estabelecer critérios bem definidos para contratação e promoção nos ambientes de trabalho.
E terceiro, exigir que o Estado brasileiro, através da sua Justiça e de sua Polícia invistam em qualificação de seus quadros para considerarem os negros como cidadãos com direitos iguais. E não as vítimas preferenciais dos abusos de autoridade e, muitas vezes, alvos das balas disparadas por policiais despreparados. Funcionários públicos que contam com a impunidade que caracteriza os crimes cometidos contra negros. Dentro e fora dos ambientes de trabalho.
Adônis Bernardes, presidente do PDT de Santo André

terça-feira, 19 de julho de 2011

29 anos depois, Centreville ainda aguarda a posse definitiva


Por Adonis Bernardes, presidente do PDT de Santo André,

No próximo 6 de agosto vamos realizar um evento para comemorar os 29 anos do Centreville que, formalmente, acontece no dia 16 de julho. Tive a honra de presidir a Associação dos Moradores de Centreville, onde morei por 23 anos, e agora sou o advogado da entidade.
Portanto, conheço de perto o drama que todos nós vivemos, as lutas cotidianas a favor das nossas famílias e os ganhos sociais e econômicos que transferimos com nosso suor e dedicação para a região.
Ocupamos  a área em 16 de julho de 1982, com 563 casas abandonadas de alto padrão. Eram construções abandonadas por ex-compradores que foram iludidos por uma imobiliária que fraudou um empréstimo junto à Nossa Caixa e embolsou a grana, sem dar continuidade ao projeto habitacional. Em agosto de 1986 foi decretado o nosso despejo.
Um drama imenso se abateu sobre nossas famílias e ao mesmo tempo todos nós buscamos forças uns nos outros e sensibilizamos o então governador Franco Montoro que tornou Centreville em “área de interesse social para fins de desapropriação, através do CDHU”.
Continuamos a construir nossas casas, a manter a mobilização até que em 15 de setembro de 1988, o então governador Quércia desapropriou a área. E em 1998, o governo do Estado ganhou o processo iniciado dez anos antes contra os proprietários da área. A CDHU se tornou definitivamente proprietária do terreno.
Desde então, as famílias moradoras de Centreville aguardam a posse definitiva de suas moradias. E chegamos aos 29 anos tendo contribuído para o desenvolvimento social e econômico de Centreville e de seus arredores. E, como contrapartida, ainda vivemos a insegurança de não ter o título de proprietários que já fizemos jus por merecer.
Vamos, no dia 6 de agosto, ampliar nossa mobilização. Enquanto não conseguirmos a posse definitiva a luta tem que continuar. Pois agora não se trata mais de patrimônio nosso mas dos nossos filhos e netos.
Investimos uma geração na conquista de um lugar que é nosso. Falta, apenas, a decisão política dos atuais governantes para confirmar através da posse definitiva o que conquistamos com muita luta, participação social e muita fé nos processos democráticos.

terça-feira, 12 de julho de 2011

Por que nos indigna câmera que filma funcionária na imobiliária?

Por Adonis Bernardes, presidente do PDT de Santo André
Uma das principais definições de Partido, no dicionário Michaelis é: Decisão, resolução: Tomar partido.”
Nós do Partido Democrático Trabalhista (PDT) levamos esta definição ao pé da letra. Diante de qualquer situação que fira a dignidade humana, que humilhe o cidadão ou o trabalhador, sempre tomamos partido e o nosso lado é o da civilização, a favor de uma relação humana plena.
Por isso, nos posicionamos contra o incidente ocorrido, recentemente, na Imobiliária Viana.
De acordo com os registros policiais e da imprensa, a funcionária foi avisada por uma colega que estava exposta por uma câmera instalada no exaustor do banheiro feminino. Um constrangimento imenso que merece todo o nosso repúdio.
Temos que apoiar, diretamente, a moça que se tornou vítima de um constrangimento atroz. E avançar muito além da solidariedade das palavras necessárias para alertar a opinião pública sobre empresas que agem de maneira tão vergonhosa que deve se traduzir no atendimento psicológico e na recolocação numa empresa decente.
Para tanto, as entidades de classe, as ONGs e as igrejas devem concretizar a solidariedade para que a gente contraponha o bem, a civilidade e a cidadania a um gesto tão selvagem.
E ao não aceitarmos as desculpas, pois não se justificam as alegações posteriores que se tratava de medidas preventivas para a segurança, devemos buscar na opinião pública um olhar diferenciado para empresas que ainda acham que podem bisbilhotar a intimidade de suas funcionarias impunemente.
Se a imobiliária é capaz de agir assim com suas funcionárias, imagina o que deve fazer com os seus funcionários? E se age assim com seus colaboradores, o que deve fazer com os contratos de locação e venda dos imóveis que negocia?
Porque ao tomar partido, o PDT adota a tolerância zero com empresas e empresários que se acham acima da dignidade humana.
Estamos solidários com a funcionária e com todo e qualquer cidadão que, por ventura, venha a sofrer abusos desta natureza. Da mesma maneira, nos posicionaremos contra as arbitrariedades policiais, contra a tortura nas delegacias de polícia, contra o preconceito de qualquer espécie, seja ele racial, de gênero ou religioso.
Ao tomar partido, o PDT ajuda o melhor lado de nossa comunidade a adotar práticas cidadãs e civilizadas. A criar ambientes de trabalho respeitosos. A incentivar empresas que respeitem não só seus funcionários mas igualmente seus clientes finais e a comunidade que está inserida.

terça-feira, 5 de julho de 2011

Convenção do PDT é marco histórico em Santo André

As principais tendências e forças políticas de Santo André e da região do Grande ABC marcaram presença na Convenção do PDT, na Câmara Municipal de Santo André, na sexta-feira, 1° de julho, quando Raimundo Salles confirmou sua filiação ao PDT e se tornou, com apoio de várias lideranças, pré-candidato à prefeitura no próximo ano.
Fomos honrados com a presença do ministro do Trabalho e Emprego, Carlos Lupi, Paulinho da Força, presidente estadual do PDT, além dos deputados estaduais Major Olímpio e José Bittencourt, do PDT.
Nos honraram, também, a presença de Carlos Grana, deputado estadual pelo PT, de Alex Manente, deputado estadual pelo PPS e de William Dib, deputado federal pelo PSDB. Além de várias e importantes lideranças políticas de Santo André e da região.
Todos unidos em torno do futuro de Santo André que passará pela campanha de renovação da atual administração da cidade que nos abandonou à própria sorte, comprometendo a escalada que construíamos a favor da Educação, da Saúde e da Segurança.
Foi o que ficou registrado pelos discursos e pela presença das lideranças políticas e sindicais, representadas por Cícero Martinha, dos Metalúrgicos de Santo André e Mauá e por Cidão, dos Metalúrgicos de São Caetano. “Com Salles vamos ter orgulho a cada etapa de reconquista da Prefeitura e de reconstrução de Santo André”, disse Martinha.
Paulinho da Força emocionou a todos ao afirmar, com veemência, que Raimundo Salles será o próximo prefeito de Santo André.
O ponto alto foi o discurso do ministro do Trabalho e Emprego Carlos Lupi, presidente de honra do PDT, que começou sua fala com a canção: “Ou ficar a pátria livre, ou morrer pelo Brasil”. Foi um discurso de união, de resgate da História do PDT, de apontar cenários de mudança para melhor das políticas públicas nacionais e regionais. Avançar, disse o ministro, muito além das bandeiras eleitorais imediatistas, mas assumir o Projeto de Nação do PDT em torno da Educação, como nos legou Leonel Brizola. “Sem escola não se liberta um povo”, disse.
Em seu discurso, Raimundo Salles lembrou de sua história pessoal. “Meu pai foi açougueiro”, afirmou. E avançou: “Quero profetizar que serei o prefeito desta cidade”. Se dirigindo ao deputado Carlos Grana, afirmou: “Nós vamos nos encontrar na campanha”. E agradecendo o apoio dos presentes e em especial do ministro Carlos Lupi e de Paulinho da Força, Raimundo Salles concluiu: “Estou comprometido com o PDT, eu vim para ficar e realizar. Eu vim para me somar às lideranças sindicais e políticas vivas desta cidade, eu vim para transformar a prefeitura de Santo André numa geradora de empregos, como o ministro Lupi está ajudando o Brasil a ter 15 milhões de carteiras assinadas”.
Adonis Bernades, presidente do PDT de Santo André